Coisas da Mo

textos de uma mãe, jornalista, cronista…

Thais Gulin abril 28, 2008

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Emprestado do Blog do Mauro Ferreira:

Nada óbvia, Gulin exibe personalidade em cena

Resenha de show
Título: Thaís Gulin
Artista: Thaís Gulin
Local: Cinemathéque Jam Club (RJ)
Data: 25 de abril de 2008
Cotação: * * * 1/2

Lançado discretamente no fim de 2006, pela gravadora Rob Digital, o primeiro ótimo disco de Thaís Gulin revelou cantora interessante, hábil na escolha de um repertório que nunca é óbvio. Qualidades confirmadas e até amplificadas na apresentação feita por Gulin na casa carioca Cinemathéque, em Botafogo, bairro da Zona Sul carioca. Em cena, a intérprete curitibana – radicada no Rio – esbanja personalidade e força que disfarçam o timbre até comum de sua voz. E o fato é que o canto de Thaís Gulin nunca soa trivial no palco e até ganha intensidade, projetando artista segura.
A artista entrou tensa em cena e abriu o show com Garoto de Aluguel (Taxi Boy) sem reeditar o êxito obtido no disco com a releitura deste tema menos conhecido de Zé Ramalho. Em seguida, carregou na dramaticidade ao interpretar História de Fogo, parceria de Otto com a atriz Alessandra Negrini que trilha os caminhos passionais da canção popular. Aos poucos, contudo, Gulin foi achando o tom sem soar linear. Cisco, parceria de Carlos Careqa com Zeca Baleiro, exemplifica a habilidade da cantora para transitar pelos lados B da música brasileira. Os que ninguém ouve.
A ligeira leveza que faltou ao samba Alegria (Arnaldo Antunes) começou a ser encontrada pela cantora ao entoar o samba De Boteco em Boteco (Nelson Sargento), costurado de forma inteligente com Alabama Song (Whisky Bar), tema do repertório do grupo The Doors. A partir daí, o show engrenou. A guitarra de João Gaspar deu peso a 78 Rotações, parceria de Jards Macalé com Capinan, outro exemplo da capacidade de Gulin de descartar obviedades do baú da MPB. De cantar com personalidade o que ninguém canta. Nesse sentido, Cama e Mesa – música de Roberto e Erasmo Carlos, lançada pelo Rei em seu álbum de 1981 – ganha outro sentido na voz viril de Gulin. No início, ela ralenta o ritmo da música e, aos poucos, vai turbinando o número, saboreando com paixão os versos sensuais escritos com volúpia pelos autores.
Com igual desembaraço e com sua habitual força cênica, mas sem pesar demais a mão, Gulin desfia os versos desaforados do Samba Desavec – composto pela cantora em parceria com Mombaça – e envereda pelos meandros da vanguarda paulista em Cinema Incompleto (Núpcias), tema de Arribo Barnabé para o qual Gulin escreveu letra. É quando ela já se sente dona da cena. De fato e de direito, como atestara momentos antes um dos números mais belos do show, Defeito 10: Cedotardar, em que Gulin realça o lirismo da canção de Tom Zé, pontuada pelo acordeom de João Bittencourt (De Tom Zé, aliás, o roteiro inclui também o samba Augusta, Angélica e Consolação – uma das músicas ausentes do disco, idealizado pela cantora e produzido por Fernando Moura).
O acordeom tocado por Bittencourt permanece em cena em Cinema Americano, música de Rodrigo Bittencourt (compositor da faixa-título do terceiro CD de Maria Rita, Samba Meu). O tema de Bittencourt é jóia que reluz na voz de Gulin, que sai de cena ao som do Hino de Duran – à esta altura já com o público seduzido pelo canto e pelo gestual tão fortes quanto o repertório. Se não enfraquecer sua personalidade em nome dos caprichos do insano mercado fonográfico, Thaís Gulin tem tudo para brilhar intensamente na nação das cantoras. É apenas questão de tempo…
 

Mariana Aydar se apresenta hoje no Odisséia abril 18, 2008

Filed under: dicas — moazevedo21 @ 4:44 pm
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Dona de voz forte e de interpretação madura, a cantora e compositora Mariana Aydar, sobe ao palco do Teatro Odisséia, no dia 18 de abril, sexta-feira, rodeada de músicos conceituados. Considerada como uma das melhores cantoras da nova safra da MPB, Mariana apresenta o repertório do seu primeiro álbum, Kavita 1 – elogiado disco de estréia da paulistana – lançado em outubro de 2006.

 

Em um clima “chique à vontade”, Mariana interpreta músicas como Candomblé, de Edmundo Souto, Danilo Caymmi e Paulo Antônio, Na Gangorra, de Giana Viscardi e Michael Ruzitschka, Festança, parceria de Mariana e Duani, representantes de uma nova safra musical. Ainda no repertório do show, a deliciosa Deixa o Verão, de Rodrigo Amarante – do Los Hermanos, Vento no Canavial, de João Donato e Zé do Caroço, de Leci Brandão.

 

Além dos destaques do disco, o show conta com algumas surpresas como o clássico Vai Vadiar, conhecido na voz de Zeca Pagodinho, a estonteante Tunuka, cantada no dialeto crioulo e Beleza Pura, de Caetano Veloso, gravada recentemente pela cantora em programa da Rede Globo que homenageou o compositor. “Queria trabalhar todas as minhas influências no disco e ligar sonoridades contemporâneas a gêneros e ritmos que estão na raiz da música brasileira”, diz Mariana.

 

Mariana mantém suas raízes na tradição, porém com uma reflexão moderna. A intérprete merece aplausos pelo seu trabalho com novos compositores e releituras pouco exploradas da MPB.

 

“Essa garota, que cresceu rodeada de música, atingiu um estágio de respeito e admiração impressionante. Por seus próprios méritos e numa velocidade desproporcional aos dias atuais, deve-se ressaltar. Consagrada como grande revelação já no primeiro Cd, lançado em 2006, Mariana sabe eleger o fino para seu repertório, sabe como canta e sabe porque canta. Vê-la agora, no início da carreira, vale como injeção de ânimo diante do que rola de vulgar na MPB”. Zuza Homem de Melo

Sobre Mariana Aydar

 

Desde que lançou seu álbum de estréia “Kavita 1”, em Outubro de 2006, Mariana Aydar impressiona público e críticos com a força e a doçura de sua voz. A paulistana de 27 anos é considerada “a nova estrela da música contemporânea brasileira”.

 

Depois de ter iniciado a carreira cantando forró, Mariana morou em Paris onde respirou novos ares e abriu a turnê européia de Seu Jorge. Antes disso, já havia cantado com Chico César, Dominguinhos, Elba Ramalho e Daniela Mercury. De volta ao Brasil, abriu show de Lenine e recebeu a benção da sambista Leci Brandão.

 

Em 2007, convidada por Caetano Veloso, apresentou-se no programa Som Brasil, da rede Globo, homenageando o mestre. Brilhou ao lado de Emílio Santiago na entrega do importante Prêmio Tim de Música Brasileira, cantando Zé Ketti. Orgulhosa de fazer parte de uma geração repleta de novos talentos convidou Céu, Roberta Sá e Thalma de Freitas para um grande show em São Paulo.

 

Mariana permeia lentamente as rádios com algumas músicas de seu primeiro disco, entre elas: a revigorada “Zé do Caroço”, de Leci Brandão, a versão deliciosa de “Deixa o Verão”, original do “Los Hermanos” Rodrigo Amarante, e sua desconstrução cool para “Vento no Canavial“, de João Donato. 

 
SERVIÇO:
Local: Teatro Odisséia

Endereço: Av, Mem de Sá, 66 – Lapa

Telefone: 21 2224-6367

www.teatroodisseia.com.br

 

Data: 18 de abril (sexta-feira)

Abertura da casa: 21h
Horário: 23h

Preço:R$25,00 e R$20,00 com filipeta

 

DJ Tati da Vila

Capacidade da casa: 320 pessoas

 

ESTRÉIA DO MOINHO abril 17, 2008

Filed under: dicas — moazevedo21 @ 3:11 am
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Foi ontem, terça-feira. Mesmo com a forte chuva que caiu no Rio de Janeiro, a banda Moinho animou os amigos e fãs que foram ao Canecão prestigiar o lançamento do primeiro álbum Hoje de Noite. Famosos encheram a casa de shows para cantar e dançar junto com Emanuelle, Lan Lan e Toni.

Moinho, arrasaram!!!! Sucesso.

beijo grande, M.

 

Nasi na TRIP

Filed under: dicas — moazevedo21 @ 3:09 am
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Já leram a TRIP desse mês? Dêem uma olhada na capa e nas páginas negras da revista. O Nasi está lá e conta tudo. Tudo mesmo. Do filme que fez recentemente, da volta aos palcos, da confusão, drogas, bebidas e ex namoradas.

 

Moinho estréia no Canecão!!! abril 14, 2008

Filed under: Sem-categoria — moazevedo21 @ 11:58 pm

Chegou o dia!!! É hoje, dia 15 de abril, a grande estréia do CD Hoje de Noite da banda Moinho, no Canecão. Vai ser por lá que a banda lança do primeiro videoclipe da banda com a música ESNOBA e direção de Rodrigo Montenegro.

Muitos amigos da banda prometem comparecer à grande festa. Nando Reis e Jussara Silveira fazem participações especiais nessa grande noite.

Manu, Lan e Toni: SUCESSO!!!!

 

Happy Hour abril 8, 2008

Filed under: dicas — moazevedo21 @ 10:22 pm
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Vocês já assistiram ao programa Happy Hour, no GNT? Bom, eu assisto desde a temporada anterior com a Astrid Fontenelle como apresentadora e essa temporada começou ontem com a Lorena Calábria fazendo as vezes de mediadora.

Todo programa tem um tema e é debatido por 3 convidados e uma especialista, seguido de matérias.

Hoje o programa fala do café e do aspartame: mocinho ou violões. E tem a Emanuelle Araújo, fofa, atriz e vocalista da banda Moinho. O CD tá lindo… olha a propaganda! Para não perder a oportunidade… assistam o show no Canecão, Rio de Janeiro, dia 15 de abril.

O Happy Hour de segunda à sexta no, no GNT, às 19h.

 

Virada Cultural – SP 2008 abril 4, 2008

Filed under: dicas — moazevedo21 @ 7:23 pm
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Esse ano promete. A Virada Cultural vem com uma programação super bacana para os dias 26 e 27 de abril, na cidade de São Paulo. No mês de maio, segue com shows nas cidade do interior. A Virada tem dado tão certo que os organizadores do evento dobraram o número de palcos em relação a 2007. Serão 26 palcos com 800 atrações incluindo shows, teatro, filmes, danças e circo.
Se programe com antecedência, olhe a programação e escolha: Mariana Aydar, Fernanda Takai, Bruna Caram, Marina De La Riva, Arnaldo Antunes, Cachorro Grande, os pernambucanos do Mundo Livre S/A, a ótima Orquestra Imperial, Marcelo D2, Thaíde, Mutantes (com ou sem a Zélia Duncan… ninguem sabe!!!), Jorge Ben, Gal Costa, Luis Melodia, Lobão, entre outros.